
Missão
Os aspectos identitários são o que nos une em torno da TIJUPÁ como mais que uma organização da sociedade civil — vemos também como uma causa. Desta forma, a nossa Missão Institucional se expressa em:
“Defender a Agroecologia como modo de vida”
Visão de Futuro

A TIJUPÁ será abraçada pelos agricultores e agricultoras familiares e reconhecida pelas organizações parceiras como uma instituição que constrói uma Agroecologia que reconhece e interage com as peculiaridades do território onde atua, fomentando a economia solidária, a defesa de uma reforma agrária sob o controle dos trabalhadores e trabalhadoras em seus territórios, a preservação ambiental e reforçando a organização social como fator de transformação sociopolítica, reconhecendo que não se constrói uma vida justa e sustentada em relações desiguais e preconceituosas de gênero e geração, e sem reconhecer e valorizar as diversas formas de cultura existentes.
Para isso, a TIJUPÁ terá investido na formação dos seus associados, associadas, técnicos e técnicas, sistematizado experiências nos diversos campos de atuação e praticado a comunicação solidária. Tudo isso, graças a um acervo patrimonial e financeiro que garanta as condições materiais para esse trabalho, conquistadas junto a fontes de cooperação comprometidas com os ideais da entidade.
Valores e Crenças

A TIJUPÁ possui valores e crenças que, para seus sócios e parceiros, são questões de muita importância e norteiam quem somos, com quem dialogamos e contra o que lutamos. São elas:
- Negação do imediatismo, que faz perder de vista a amplitude dos processos de lutas;
- Busca da atuação coletiva com outras forças sociais organizadas ou não nas quais acreditamos;
- Negação do machismo como sentimento e práticas de subordinação da mulher nas relações de gênero;
- Negação do sexismo como forma de vulgarização da sexualidade humana;
- Negação de todo preconceito contra a opção ou condição sexual dos seres humanos;
- Exercício da tolerância quanto às religiosidades das pessoas, sejam elas de quaisquer naturezas;
- Respeito às diferenças entre as gerações e reconhecimento da sua contribuição para a Agroecologia;
- Compromisso com o povo com o qual nós construímos a nossa missão;
- Solidariedade como princípio norteador da nossa missão; valor que agrega forças e potencializa saídas coletivas de problemas;
- Honestidade no tratamento com os recursos conquistados para a realização das nossas ações;
- Autonomia diante das forças políticas tradicionais da região e das diversas esferas do Estado com as quais temos relação;
- Respeito à vida dos seres, humanos e não humanos;
- Alegria, associada ao prazer de apoiar a construção de formas de vida mais justas e igualitárias;
- Justiça como fundamento da superação das desigualdades e de toda forma de exploração e opressão;
- Rebeldia, base sentimental para a ação política e transformação da vida.

